Sal grosso e crendice
Esta crônica explora a fascinante fronteira entre a razão e a superstição, tratando as crendices não como ignorância, mas como uma manifestação cultural da esperança e do medo humano. O texto percorre desde a fé em planos superiores até os rituais lúdicos do cotidiano — como o sal grosso, o pular de ondas e os amuletos de sorte — revelando que, no fundo, a crendice é uma tentativa de materializar o invisível para garantir a segurança do espírito. Seja na proteção materna das rezas antigas ou nas manias urbanas dos céticos, o autor nos mostra que o folclore pessoal é um ingrediente essencial que tempera a jornada humana com mistério e conforto.
Read More