Mundo que ensina
A crônica defende a profissionalização do ensino, combatendo metáforas românticas que muitas vezes mascaram a precariedade salarial e a desvalorização da carreira. O autor argumenta que o professor é um técnico qualificado para transmitir conhecimento, enquanto a educação moral cabe à família. O texto destaca que o sucesso dessa troca aparece no discernimento futuro do aluno, alertando que a falta de aproveitamento acadêmico entrega o indivíduo ao “ensino” rígido e sem revisões do mundo real.
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