A arte deve chegar até onde o povo está?
A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.
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