Literatura para mudar o mundo







A crônica reflete sobre como a nossa existência é moldada e enclausurada por condicionantes invisíveis, simbolizadas pela constante interrogação do “se”. O autor explora a dualidade dessa dúvida: ao mesmo tempo em que ela pode paralisar e isolar nossos desejos em um futuro imaginário idealizado, ela também atua como a mola propulsora da curiosidade científica e da descoberta. O texto aborda a interferência inevitável do acaso nas conexões humanas, as fragilidades dos acordos amorosos diante da realidade e a nossa submissão moderna à espera digital, concluindo que o peso do “se” só desaparece quando agimos concretamente no presente.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes