Literatura para mudar o mundo







O texto propõe uma reflexão bem-humorada e crítica sobre o fim do mundo a partir de uma perspectiva tecnológica e comportamental. Imersa na rotina semanal — entre happy hours, churrascos e o futebol de domingo —, a humanidade procrastina não apenas as suas obrigações, mas a sua própria autodestruição. Ironizando guerras e contendas globais, o autor sugere que a nossa incapacidade de levar as coisas a sério e o hábito de “deixar para a próxima segunda” podem ser o “bug” no programa celestial que nos dá mais tempo de existência.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes