Literatura para mudar o mundo







O texto é uma reflexão poética e filosófica sobre a constante impermanência da vida humana e da própria história. O autor argumenta que os momentos de dúvida, dor, decepção e envelhecimento não são fins absolutos, mas sim “úteros” silenciosos onde nos preparamos para novos começos. Assim como as estações do ano se renovam e as cidades despertam a cada manhã, o ato de questionar certezas, perdoar e se reinventar nos permite nascer e renascer todos os dias.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes