Literatura para mudar o mundo







A visão diante de uma terra devastada ou de um deserto evoca o que existia antes da destruição, seja ela causada por fenômenos da natureza ou pela ação de tiranos. O texto reflete sobre como a barbárie, a ignorância e as ditaduras tentam apagar a cultura, a história e a liberdade. No entanto, as lembranze e o conhecimento funcionam como sementes indestrutíveis guardadas no íntimo humano. A memória surge como a principal ferramenta de resistência contra o esquecimento, transformando o cenário de devastação não em um ponto final, mas no terreno ideal para um recomeço.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes