Literatura para mudar o mundo







A crônica analisa a figura do “monitor funcional” — indivíduos que assumem para si a missão de julgar e fiscalizar o comportamento alheio sob o pretexto de defender a família, a moral e os costumes. O autor aponta a hipocrisia desse perfil, mostrando que a rigidez ostentada costuma servir como máscara para esconder contradições pessoais e fragilidades. Diferente do verdadeiro conservador, que preza pela estabilidade, o “monitor” atua por egolatria, querendo impor sua visão limitada de mundo à sociedade.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes