Literatura para mudar o mundo







O texto questiona a tradicional pergunta “O que você quer ser quando crescer?”, argumentando que ela impõe às crianças uma cobrança precoce e desvia o foco do tempo de brincar e fantasiar. Ao longo da vida adulta, essa busca por posições ou status frequentemente se sobrepõe a uma indagação mais profunda: no que nos tornamos enquanto seres humanos? O autor defende que mais importante do que acumular ambições ou bens materiais é desenvolver empatia, integridade e respeito ao próximo, priorizando a humanização sobre o mero sucesso individual.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

A crônica reflete sobre a célebre frase de Milton Nascimento, questionando o real compromisso social e patriótico de artistas e atletas contemporâneos diante de seus públicos e da cultura do cancelamento. Por meio de memórias pessoais — que vão desde o orgulho ao ver a bandeira brasileira no exterior até lembranças de colégio —, o autor confronta o comportamento de grandes ídolos como Pelé, Zico e Neymar frente a figuras engajadas como Sócrates, Reinaldo e Maradona. O texto conclui questionando se o artista de hoje ainda busca uma conexão genuína com o povo ou se as redes sociais o transformaram em refém de seguidores que buscam apenas o próprio reflexo.

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes