Sobre raios que caem
Com um toque de ironia e ceticismo saudável, a crônica subverte o ditado popular sobre raios e tempestades para discutir a autonomia humana. O autor nega a ideia de um universo benevolente ou vingativo, tratando-o como uma mera representação. A falha dos projetos não é um sinal cósmico, mas uma questão de lógica ou execução. No fim, o texto exalta a singularidade humana: a capacidade de projetar, buscar um lugar no mundo e persistir com gana, mesmo ciente da finitude e das intempéries.
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