A dor das coisas eternas
O autor reflete sobre a natureza do eterno, contrastando a finitude dos sistemas opressores com a perenidade dos sentimentos humanos. O texto discute como o mal consome quem o pratica, enquanto o bem se revela na solidariedade e na gratidão profunda. A crônica culmina em uma análise sensível sobre o amor e a perda, defendendo que a eternidade mais pungente é aquela sentida na falta do ser amado, onde a memória transforma um sentimento em uma dor que se recusa a findar.
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