Viver no limbo dentro da normalidade
O texto propõe uma reflexão sobre a dificuldade de manter a sanidade e a autonomia em um mundo polarizado. Nele, três grandes inimigos da razão são propostos: a superstição, a falsa ciência e as crenças dogmáticas. Ao questionar a “normalidade” construída sobre esses pilares, o autor sugere que o “limbo” — um espaço de dúvida e questionamento constante — é o único lugar possível para quem deseja pensar por conta própria. A crônica conclui que evitar polêmicas vazias e confrontar as próprias certezas é o caminho para um equilíbrio real, longe das fórmulas mágicas oferecidas por supostos especialistas.
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