Autor: Nilson Lattari

Textos en español

Cuando la suerte no sonríe

El texto cuestiona la visión popular de la suerte como un regalo del destino, proponiéndola en cambio como una entidad que nos encuentra, a menudo disfrazada de oportunidad. El autor argumenta que la verdadera suerte se establece en el momento del nacimiento: el origen social, la salud y el entorno definen el punto de partida. Mientras algunos atribuyen su éxito únicamente al trabajo, el texto sugiere que la perseverancia es, en sí misma, una forma de fortuna. Al final, la suerte no es un espejo que sonríe, sino una condición de libertad que cada individuo debe aprender a reconocer y aprovechar.

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Crônicas

Tirando o caos, foi um bom dia

A crônica propõe uma releitura do caos, definindo-o não como o fim, mas como um elemento intrínseco e necessário ao viver. O autor transita pela dualidade entre o virtual (alento) e a virtude (fato), argumentando que uma dose de fantasia é vital para suportar a crueza do real. Ao abordar sentimentos como amor, ódio e inveja, o texto revela como a falta de controle sobre essas “hecatombes” emocionais molda revolucionários e trabalhadores. Por fim, questiona a ideia simplista de “abandonar a zona de conforto”, sugerindo que o desconhecido é um território onde apenas o caos tem as respostas.

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Crônicas

Viver no limbo dentro da normalidade

O texto propõe uma reflexão sobre a dificuldade de manter a sanidade e a autonomia em um mundo polarizado. Nele, três grandes inimigos da razão são propostos: a superstição, a falsa ciência e as crenças dogmáticas. Ao questionar a “normalidade” construída sobre esses pilares, o autor sugere que o “limbo” — um espaço de dúvida e questionamento constante — é o único lugar possível para quem deseja pensar por conta própria. A crônica conclui que evitar polêmicas vazias e confrontar as próprias certezas é o caminho para um equilíbrio real, longe das fórmulas mágicas oferecidas por supostos especialistas.

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Texts in English

In search of knowledge

The text reflects on how the ease of the digital era, specifically the rise of AI, may be eroding the traditional pursuit of knowledge. Nilson Lattari contrasts the “intermediate generation” with today’s real-time dependency, criticizing the superficiality of social media “experts.” He argues that true knowledge is not just about data, but about the ethical and empathetic journey of self-discovery. By refusing to be challenged, individuals close the door to growth, whereas embracing our limits and seeking reliable thinkers allows for a constant renewal of the mind and the world.

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Crônicas

Entre o pensar e o dizer

A crônica reflete sobre o conceito de “limiar” — não como uma linha divisória, mas como um portal decisivo entre o que calamos e o que verbalizamos. Nilson Lattari explora como a tensão da respiração em suspenso, a censura ética e os “anjos invisíveis” da nossa educação filtram nossas intenções. O texto aborda o momento do rompimento desse dique emocional, onde a verdade escapa, e como cada escolha feita nesses portais do tempo define nossa trajetória, nossas alegrias e nossos arrependimentos futuros.

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Crônicas

Despertar do silêncio

Uma reflexão incisiva sobre como ideias, mentiras e idiotices despertam do silêncio para moldar a realidade. O texto contrasta o esforço hercúleo do pensador com a reprodução viral da ignorância, explorando o papel dos catalisadores emocionais e a facilidade com que discursos vazios seduzem mentes carentes de representatividade.

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Crônicas

Mentes curiosas

Uma análise sensível sobre a curiosidade como essência do aprendizado e as barreiras que a desigualdade impõe a esse instinto. O texto contrasta o aluno aplicado e o desinteressado, questiona a sobrevivência como entrave ao saber e critica a curiosidade vazia das redes sociais, que troca o “porquê” pela imitação.

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Textos en español

Incertidumbres y hallazgos

El texto defiende la duda como una chispa esencial para la creatividad y una defensa vital contra la manipulación. Desde el “¿Por qué?” de la infancia hasta los cuestionamientos científicos, el autor argumenta que dudar no es signo de inseguridad, sino de valentía y humanidad. Al rechazar las verdades absolutas y la zona de confort, la incertidumbre permite el nacimiento de nuevos hallazgos, protege al individuo de los estafadores y define el comportamiento de los verdaderos líderes.

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Crônicas

Preço da liberdade

O texto propõe uma reflexão sobre a liberdade não como um direito absoluto de fazer o que se quer, mas como um conceito limitado pela ética e pelo direito alheio. O autor diferencia o preço estabelecido pelo mercado do valor intrínseco que a liberdade representa para o indivíduo e para a sociedade. Discute-se o perigo da liberdade ser usada para oprimir ou mentir, concluindo que ser livre exige arcar com as consequências e manter a vigilância constante sobre as próprias decisões.

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Crônicas

Reconectar-se com o silêncio

O texto propõe uma profunda reflexão sobre a necessidade de buscar o silêncio em um mundo saturado de informações e distorções da verdade. O autor explora a ideia de que a “fuga” necessária não exige isolamento total, mas sim a capacidade de encontrar oásis de tranquilidade em pequenos gestos, como observar uma planta ou o brincar de uma criança. Através dessa reconexão, discute-se o peso da coerência, a banalização da mentira na sociedade e como o silêncio atua como um remédio para restaurar a nossa humanidade latente.

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Texts in English

Uncertanties and wonderment

The chronicle explores doubt not as a sign of insecurity, but as a vital instrument of human growth and a shield against manipulation. By comparing the adult’s reflection to a child’s innate curiosity, the author argues that saying “I don’t know” is a supreme act of humanity. The text illustrates how scientists, leaders, and individuals renew themselves when they challenge established dogmas, suggesting that the “Why?” is the gateway to moving from mere uncertainty to a profound sense of wonderment.

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Crônicas

Desafio da mudaança

A crônica propõe uma reflexão profunda sobre como nossas tradições e preconceitos são moldados por histórias anteriores, muitas vezes nos mantendo em “prisões internas”. O autor define a mudança como um desafio aterrador, comparável a abrir portas proibidas, mas essencial para a evolução. Através do questionamento constante — o “porquê” da criança — e da substituição de julgamentos por empatia, o texto convida o leitor a desafiar suas próprias convicções para alcançar uma versão melhor de si mesmo.

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