Literatura para mudar o mundo







A crônica desconstrói o ditado popular de que “quem espera sempre alcança”, definindo a condição humana como um eterno estado de apreensão diante de um futuro imprevisível e imaginado. O autor defende que, ao traçar estratégias de vida, a espera e a paciência não são posturas passivas, mas circunstâncias cruciais para a sobrevivência e o sucesso. Traçando um paralelo com a evolução humana — onde a apreensão contra predadores nos fortaleceu —, o texto aborda as batalhas modernas pela estabilidade financeira e saúde. A obra conclui que a verdadeira sabedoria reside no compasso da espera, utilizando elementos como o medo do desconhecido e a desconfiança como pausas estratégicas necessárias para organizar a mente, superar obstáculos e evitar o pânico destrutivo.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

Adultização é uma palavra inventada que serviu para que um Influencer promovesse uma devassa nas redes sociais

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes