Literatura para mudar o mundo







Esta crônica aborda a relação entre a imagem estática e a fluidez da vida, explorando como a fotografia atua como um repositório de esperanças e um anteparo contra a finitude. O autor reflete sobre o contraste entre o “sorriso congelado” dos álbuns antigos e a capacidade moderna da Inteligência Artificial de “descongelar” rostos, questionando se essa reanimação digital não seria uma interferência na paz necessária do passado. Ao final, o texto revela que a fotografia é mais que um registro: é um elo familiar e uma prova de existência que sobrevive ao silêncio do tempo, mantendo viva a promessa de que a felicidade é sempre possível de ser retomada.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

Adultização é uma palavra inventada que serviu para que um Influencer promovesse uma devassa nas redes sociais

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes