Fazer o bem
Diz-se fazer o bem sem olhar a quem. Em um ato de coragem e desprendimento um
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
Há momentos, quando olhamos ao redor de nós, que enxergamos por dentro do caos urbano, social,
Read MoreHouve um tempo que a fotografia foi meu hobby. Minha Pentax e, posteriormente, uma Nikon faziam parte
Read MoreO texto analisa a indiferença como uma forma de perversidade social e covardia moral. O autor argumenta que o indiferente não é apenas aquele que não vê o outro, mas aquele que se associa por conveniência e utiliza discursos de mérito e liberdade para mascarar sua falta de compromisso com a humanidade. Ao ignorar a tragédia ao seu redor, o indiferente transforma o egoísmo em doutrina, revelando que a verdadeira liberdade é impossível onde existe sofrimento negligenciado.
Read MoreA crônica “Somos Fugitivos, Todos” analisa a necessidade humana de escapar de uma realidade rápida e, por vezes, insuportável. O autor argumenta que a fuga vai além do ato ilícito; é uma resposta honesta a um mundo desonesto. Através do silêncio e da construção de identidades fictícias para convívio social, nos tornamos “fugitivos vitoriosos” que, embora não alcancem um destino geográfico, encontram refúgio na própria solidão e na ignorância consciente.
Read MoreO controle do mundo passa pelos espertos ou pelos tolos? Vale a pena questionar isso, no
Read MoreO texto questiona a retórica simplista de influencers sobre a mudança, contrastando o desejo de retornar à segurança da infância com a dureza do mundo adulto. O autor denuncia a covardia daqueles que propõem fórmulas mágicas de sucesso sem considerar que, para muitos, mudar não é uma escolha, mas uma imposição de sobrevivência (social, racial ou de gênero). A obra conclui que a mudança legítima não deve ser uma busca por privilégios, mas uma transformação da consciência e das relações humanas, visando uma sociedade mais justa e menos egoísta.
Read MoreEsta crônica de Nilson Lattari disseca a dualidade entre a essência humana e as máscaras sociais na contemporaneidade. O texto expõe a hipocrisia de quem ostenta virtudes — como a fé ou a moral ilibada — mas age movido pelo medo ou pela conveniência pessoal. Ao tratar o “ser” e o “parecer” como irmãos siameses, o autor sugere que a autenticidade se tornou um ato de resistência perigoso em um mundo que premia a simulação e a agressividade dos grupos. A obra convida o leitor a desconfiar das aparências e a buscar a verdade que reside por trás dos gestos ensaiados.
Read MoreNinguém aprende a dançar se fica diante do espelho repetindo os mesmos gestos errados, julgando que
Read MoreAo lidar com os infortúnios crescemos muito na vida. É claro que os infortúnios são muitos,
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