O ignorante e o sábio
Não sei se o melhor título seria este. Não se trata de confrontar o sábio e
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
Não sei se o melhor título seria este. Não se trata de confrontar o sábio e
Read MoreCerta vez, saí para o quintal, deitei-me em uma rede, enquanto sorvia o resto de um
Read MoreNa ânsia de prosseguir, de mostrar-se moderno e antenado com as últimas novidades nos esquecemos do
Read MoreEsta crônica mergulha na arquitetura frágil da modernidade, onde a imaginação, antes um refúgio lúdico, tornou-se uma ferramenta para a construção de “torres sem base”. O texto reflete sobre o contraste entre o sonho e a falsidade digital, personificada na imagem da jovem que sorri apenas para a selfie. O autor questiona a validade de um mundo onde o prestígio é medido por likes e onde a opinião desinformada tenta derrubar o conhecimento acadêmico. É um convite filosófico para voltarmos ao “chão”, construindo ideias que tenham sustentação na realidade, e não apenas no éter do imaginário digital.
Read MoreO amor platônico tem mais a ver com o trabalho da imaginação do que com a
Read MoreO título poderá parecer estranho, mas a pergunta seria quem se sobressai entre muitos e por quê?
Read MoreA crônica reflete sobre a dicotomia entre a certeza da natureza e as incertezas humanas. Enquanto a natureza age sob um equilíbrio divino e reativo, transformando o caos em beleza, o homem desestabiliza o meio e a si mesmo, movido pela ambição e pela ilusão de controle. O texto sugere que a verdadeira sabedoria não está em dominar o mundo exterior, mas em aprender a conviver com a própria natureza interior, aceitando nossa finitude e a soberania daquilo que nos criou.
Read MoreUtilizamos nosso tempo de três maneiras: fazendo nada, por nada ou sem utilidade.
Read MoreUm burro nunca aprende -.não gosto de utilizar a expressão do animal para dizer sobre a
Read MoreHá o dito popular sobre amigos amigos, negócios à parte. Nada mais justo. Afinal, a amizade
Read MoreA crônica desconstrói o mito de que as novas gerações são mais fracas que as anteriores, analisando o eterno conflito entre o conservadorismo e o progresso. O autor explica que o estranhamento dos mais velhos nasce do medo de ver seus valores e hábitos transformados pela evolução natural dos comportamentos. Amparadas no aprendizado do passado e impulsionadas pela tecnologia, as novas gerações expandem as fronteiras da liberdade e combatem preconceitos antigos. Citando o papel transgressor da arte e da literatura através dos tempos, o texto conclui que não existem gerações inerentemente fortes ou fracas, mas sim ciclos históricos onde o avanço humano inevitavelmente vence o medo do porvir.
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