E se não houvesse o amor?
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Consulte mais informaçãoHá dois sentidos para o medíocre: o dicionarizado que significa aquele mediano, que está sempre no
Consulte mais informaçãoO que guardamos das nossas lembranças? Algumas vezes alguém nos alerta sobre um determinado acontecimento no
Consulte mais informaçãoA crônica propõe uma profunda meditação sobre a dualidade entre a luz e a escuridão, desconstruindo a visão puramente negativa do escuro. O autor argumenta que, assim como a ausência de luz cega, o seu excesso também ofusca e prejudica a clareza das ideias. Através de metáforas que vão desde os perigos da neve clara e a quietude do romantismo até o mito da Caverna de Platão, o texto defende que não há uma luta real entre o dia e a noite, mas sim uma necessidade vital de alternância. Afinal, a luz desperta para o trabalho e o conhecimento, enquanto a escuridão acolhe o cansaço, acalma as agruras diárias e abre espaço para o sonho, a memória e o diálogo íntimo com Deus no breu da consciência.
Consulte mais informaçãoAlgumas vezes fico pensando sobre a solidão e imagino que nós somos solitários todo o tempo.
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Consulte mais informaçãoA crônica explora o místico e tortuoso caminho da criação literária. O autor descreve o embate inicial com a folha branca e a busca frenética na memória por fragmentos do passado. O ápice ocorre quando a inspiração surge como um “raio” ou uma “assombração”, materializada na figura de um Arlequim que assume o controle da narrativa. Ao final, resta o espanto do escritor ao ler o que foi produzido, percebendo que a história já estava escondida dentro de si, aguardando o momento de ser revelada pelo “contador colorido”.
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