Crônicas

Crônicas

Saia da zona de conforto e da caixinha e veja o que acontece

A crônica propõe uma abordagem irônica e crítica sobre os clichês do mundo corporativo e do desenvolvimento pessoal, especificamente os conceitos de “zona de conforto” e “pensar fora da caixa”. O autor desconstrói a narrativa dos gurus e coaches, contrastando o discurso motivacional com a realidade crua de trabalhadores que enfrentam a pressão por metas e a iminência do desemprego.

Com um tom cético e realista, o texto alerta para o perigo de abandonar a estabilidade profissional em nome de sonhos românticos, o que poderia resultar em um arrependimento tardio ao observar ex-colegas desfrutando de uma aposentadoria segura. O autor conclui que esses novos jargões são apenas velhas estratégias de manipulação usadas para manter indivíduos em estado de alerta e insegurança, defendendo que, em um mundo essencialmente aleatório, a verdadeira vitória pode ser, justamente, conseguir habitar uma caixinha segura e confortável até o fim dos dias.

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Crônicas

Por que rezar?

A crônica parte de um diálogo entre o autor e um pároco sobre o papel das imagens sacras, comparando-as a fotografias de antepassados que contam uma história. O cerne da narrativa, contudo, desloca-se da simbologia externa para a prática da oração. O autor questiona o hábito de pedir bens materiais, sugerindo que a prece “correta” deve ser direcionada ao interior, buscando paz, sabedoria e coragem para enfrentar a vida. Ao debulhar a diferença entre coincidências e milagres, o texto conclui que a fé atua mais como um conforto e guia espiritual do que como uma ferramenta de obtenção de favores, privilegiando a constância da prece como um caminho de fortalecimento pessoal.

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