Literatura para mudar o mundo







Nesta crônica, o autor mergulha em uma análise crítica sobre a natureza da idolatria na pós-modernidade. Ele propõe uma distinção vital entre a admiração — um reconhecimento saudável da competência e coragem alheia — e o culto cego, que anula o “eu” em favor de figuras muitas vezes falhas. O texto alerta para a transitoriedade dos ídolos físicos e a ascensão das “ideias-ídolo”, muitas vezes alimentadas por mentiras e soluções simplistas que visam apenas saciar egos e validar preconceitos. Ao final, a reflexão sugere que, em um mundo de decepções rápidas, a idolatria tornou-se um produto descartável, submetido ao “gosto do freguês”.

Consta que a população de Zé Manés sempre quis construir um imenso jardim no terreno que ficava

Adultização é uma palavra inventada que serviu para que um Influencer promovesse uma devassa nas redes sociais

Menção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em

Você tem muitos nomes para você: dono, tutor, cuidador e humano. No entanto, nenhum desses nomes