Nas ondas do mar
Me perco muito tempo observando as ondas do mar, indo e vindo a lamber a areia,
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
Me perco muito tempo observando as ondas do mar, indo e vindo a lamber a areia,
Read MoreDeveria existir figura de linguagem para palavras engraçadas. Uma espécie de lazer para os estudantes que
Read MoreMuito se fala sobre as coisas da vida, as melhores coisas da vida. Enumeramos várias delas
Read MoreBuscamos a verdade, buscamos as certezas, buscamos descobrir nosso destino antes que ele aconteça. Nos prendemos
Read MoreQuando a noite é chegada, e as suas sombras me envolvem como uma mãe preocupada, eu
Read MoreO texto reflete sobre a onipotência da frase, capaz de carregar emoções, iluminar pensamentos ou causar o desmoronamento de quem a profere sem cautela. O autor percorre a origem do “verbo”, a influência de grandes poetas e o perigo das palavras ditas sem pensar, destacando que a frase é um organismo vivo que comporta do pecado à elegância. Conclui-se que para escritores e poetas, a frase não é apenas técnica, mas uma bússola que os guia pela fantasia e pelo argumento.
Read MoreA suave brisa que passa, deixando um perfume tão levemente enlouquecido, anuncia a sua presença na
Read MorePerder alguma coisa é não achá-la em lugar nenhum. É perder, dar três pulinhos e apelar
Read MoreA crônica explora a metáfora popular do travesseiro como o “melhor conselheiro”. Através do personagem João, o texto desmistifica essa ideia ao mostrar que o objeto, seja de plumas ou duro, apenas testemunha as reviravoltas mentais de quem não consegue dormir. Entre estratégias amorosas e descobertas sobre o passado da amada, João percebe que o melhor conselho do travesseiro pode ser, simplesmente, uma boa noite de sono — ou um convite para compartilhá-lo.
Read MoreEsta crônica explora a dualidade da paixão como uma força simultaneamente criadora e destrutiva, um estado de “loucura temporária” que nos despoja da responsabilidade convencional para nos devolver a vitalidade. O autor reflete sobre como a entrega apaixonada — seja por uma causa ou por alguém — exige a queda de todas as defesas, tornando o indivíduo frágil, porém capaz de realizações extraordinárias. Ao analisar a manipulação das massas e o desejo de redescoberta na maturidade, o texto revela que a paixão é o motor que prova que estamos vivos; um sopro que infla velas desconhecidas e nos permite navegar pelo inusitado, equilibrando-se sempre entre a esperança e o risco da finitude.
Read More