Coisas ridículas
A crônica “Coisas Ridículas” expõe o desperdício de energia humana em causas fúteis, desde brigas por espaços de estacionamento até a violência gratuita no futebol. O autor critica a vigilância obsessiva sobre a vida alheia e a característica urbana de discutir por bobagens. Propõe que tentar “consertar” o mundo ou convencer ignorantes é, por si só, uma forma de ridículo, sugerindo que a ironia ou o silêncio podem ser as únicas defesas em um palco social onde todos desempenham papéis vazios.
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