Crônicas

Crônicas

Coisas ridículas

A crônica “Coisas Ridículas” expõe o desperdício de energia humana em causas fúteis, desde brigas por espaços de estacionamento até a violência gratuita no futebol. O autor critica a vigilância obsessiva sobre a vida alheia e a característica urbana de discutir por bobagens. Propõe que tentar “consertar” o mundo ou convencer ignorantes é, por si só, uma forma de ridículo, sugerindo que a ironia ou o silêncio podem ser as únicas defesas em um palco social onde todos desempenham papéis vazios.

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Crônicas

Uivo silencioso

A crônica “Uivo Silencioso” explora as múltiplas faces de um grito que ecoa na noite. O autor desconstrói o estigma do uivo como “mau agouro” para revelá-lo como um pedido de socorro, um lamento de solidão ou uma celebração de liberdade. Traçando um paralelo entre o cão e a condição humana, o texto aborda a dor dos renegados, o isolamento dos enfermos e a resiliência dos injustiçados, culminando na ideia de que todos guardamos um “lobo interno” que aguarda, em silêncio e segurança, o momento certo de agir.

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