Cortinas de vidro
A crônica explora as diversas faces do isolamento humano, comparando os muros físicos dos manicômios às “cortinas de vidro” do mundo virtual. O autor questiona se as redes sociais e as rotinas extremas de trabalho não seriam formas voluntárias de confinamento, onde a transparência da tela esconde um isolamento profundo. Entre a vida de aparências e a busca por objetivos rígidos, todos parecem habitar um manicômio coletivo, onde a sanidade é apenas uma máscara para esconder as identidades aprisionadas em muros de contenção digitais.
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