Aonde nossos sonhos nos levam
Sonhos são caminhos para lugares desconhecidos. Todos eles são construídos dentro de um mundo mágico de
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
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Read MoreEm memória do nosso querido Tobinho O abraço é o primeiro sinal do encontro entre aqueles que
Read MoreUma casa tem memórias, como se entre quatro paredes, os ecos das conversas, das brigas, das
Read MoreDe repente, ouvimos um som no corredor no andar do edifício com cem apartamentos, ou até
Read MoreA crônica questiona a possibilidade de um julgamento justo sem a presença da compaixão. O autor argumenta que a frieza matemática do raciocínio é uma utopia desumanizadora e que o verdadeiro ato de julgar exige uma dose de amor e empatia. Ao diferenciar justiça de vingança, o texto propõe que o amor, em síntese, é a tentativa de compreender os motivos do outro sem abrir mão da autopreservação. O desfecho exalta o amor-próprio como a forma final de justiça: o silêncio e a liberdade de seguir em frente após a injúria.
Read MoreDois amigos se encontram na rua, após um longo tempo sem se verem. Dois homens decidem
Read MoreNão fazemos alguma coisa por falta de projeto ou por não ter força de vontade para
Read MoreO texto propõe uma distinção profunda entre o belo e o sublime. Enquanto o belo é descrito como algo que nos atrai pela perfeição, harmonia e detalhes, o sublime é apresentado como uma força maior, ligada à grandiosidade, ao assombro e ao infinito.
O autor argumenta que a beleza se torna “infinita” quando deixa de ser apenas contemplativa e passa a ser transcendental. Essa experiência é ilustrada pela imensidão incontrolável da natureza — como florestas, montanhas e o espaço sideral — que nos faz sentir pequenos, mas também nos convida à superação. Em última análise, o sublime é definido como uma força de transformação: uma beleza que não apenas agrada aos olhos, mas abala a alma, muda comportamentos e nos eleva para além do imaginável.
Read MoreO texto explora a natureza finita do tempo e como o desperdiçamos em competições inúteis, confrontos estratégicos e guerras alheias. O autor argumenta que, ao buscarmos metas vazias ou alimentarmos sentimentos como raiva e indiferença, tornamo-nos os principais ladrões de nossa própria existência. A crônica conclui que a maior perda não é o que o mundo nos tira, mas o tempo que roubamos de nós mesmos, ignorando o afeto e a paz em prol de uma vitória ilusória.
Read MoreUma ideia nasce do nada? Uma estratégia é concebida a partir de coisa alguma? Na verdade,
Read MoreAlgumas coisas que nossos olhos veem nos enchem de vergonha. Diz-se que fechar os olhos para
Read MoreO incenso, quando se queima, exala o seu perfume. Ele se consome por inteiro e vai dando
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