Norte da vida
Você recebe um corpo e procura um mestre para aperfeiçoá-lo. E se ter o
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
Você recebe um corpo e procura um mestre para aperfeiçoá-lo. E se ter o
Read MoreA crônica apresenta a dúvida como uma ferramenta vital de sobrevivência e evolução humana. Partindo do despertar infantil com o eterno “por quê”, o autor argumenta que questionar não é sinal de covardia, mas uma armadura contra aproveitadores e uma mola propulsora para a criatividade. O texto destaca que a capacidade de dizer “não sei” e de enfrentar a neblina do desconhecido é o que diferencia o líder do passivo, transformando a incerteza em um caminho para novas e necessárias descobertas.
Read MoreA crônica investiga a tênue linha que separa o cômico do trágico, identificando o grotesco como o ponto de convergência onde o exagero anula as fronteiras entre o riso e o lamento. O texto reflete sobre como a sociedade contemporânea consome dramas alheios — de escândalos íntimos a tragédias sociais — muitas vezes perdendo a sensibilidade e a empatia. Ao final, somos lembrados de que a posição do espectador é o que define a natureza do ato, mas é a qualidade do nosso olhar que define a nossa própria humanidade.
Read MoreHouve um tempo em que se dizia que a humildade leva ao reconhecimento no futuro.
Read MoreVocê é uma pessoa eficiente, daquelas que faz tudo certinho, executa com perfeição as ordens
Read MoreTêm coisas na vida que enchem a gente. Fake news é uma delas, dessas que enchem
Read MoreEstar online não quer dizer, necessariamente, estar antenado com tudo o que acontece. Seria uma
Read MoreTeria alguma coisa a ver com a experiência e o certificado? Pois é. Alguém se candidata
Read MoreDuas palavras começando iguais, desde o começo. Como um alfabeto que começa e recomeça, interminável.
Read MoreUm dos pensamentos de Hegel que mais me causa curiosidade é quando ele mais ou
Read MoreViver não é fácil. Sempre ouvimos esse pensamento sobre a vida. Que ela tem muitas
Read MoreA crônica propõe uma profunda reflexão sobre a ilusão do foco em linha reta vendido por supostos “professores da vida”. Contrapondo a monotonia previsível das retas à beleza indomável das curvas, o texto utiliza a estrada e a natureza como metáforas das reviravoltas do destino. Curvar-se e contornar obstáculos não significa desistir, mas sim demonstrar sabedoria, adaptabilidade e respeito às forças que nos cercam. É no equilíbrio dessas curvas, lidando com os imprevistos e aceitando nossa própria finitude face ao desconhecido, que o ser humano encontra a verdadeira glória de sua jornada e se integra, de forma poética e fluida, ao mundo.
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