Crônicas

Crônicas

Debulhar ações

A crônica explora o verbo “debulhar” além do campo agrícola, elevando-o a um exercício existencial. Partindo da imagem de uma família que limpa espigas enquanto partilha confidências, o texto percorre a memória do viajante, o conselho dos avós e a ética do jornalismo. Debulhar, para o autor, é o ato paciente de remover o manto das aparências e das mentiras maliciosas para que a essência — o “amarelo-ouro” da verdade — possa finalmente respirar e se revelar.

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Incertezas e descobertas

A crônica apresenta a dúvida como uma ferramenta vital de sobrevivência e evolução humana. Partindo do despertar infantil com o eterno “por quê”, o autor argumenta que questionar não é sinal de covardia, mas uma armadura contra aproveitadores e uma mola propulsora para a criatividade. O texto destaca que a capacidade de dizer “não sei” e de enfrentar a neblina do desconhecido é o que diferencia o líder do passivo, transformando a incerteza em um caminho para novas e necessárias descobertas.

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Crônicas

Entre a comédia e a tragédia

A crônica investiga a tênue linha que separa o cômico do trágico, identificando o grotesco como o ponto de convergência onde o exagero anula as fronteiras entre o riso e o lamento. O texto reflete sobre como a sociedade contemporânea consome dramas alheios — de escândalos íntimos a tragédias sociais — muitas vezes perdendo a sensibilidade e a empatia. Ao final, somos lembrados de que a posição do espectador é o que define a natureza do ato, mas é a qualidade do nosso olhar que define a nossa própria humanidade.

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Crônicas

Como ser humilde em tempos de likes?

Nesta crônica provocativa, o autor examina a transformação do conceito de humildade na era das redes sociais. Se antes a humildade era vista como uma virtude paciente grounded no saber e na observação, hoje ela foi sufocada pela busca desenfreada por likes e validação instantânea. O texto denuncia como a falsa humildade é frequentemente usada como máscara para a ironia, a inveja ou a manipulação, enquanto a arrogância dos falastrões e a validação da ignorância dominam o espaço virtual. No fim, contrapõe-se o peso de buscar a verdade à facilidade de recorrer a aplausos superficiais.

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