Crônicas

Crônicas

Debulhar ações

A crônica explora o verbo “debulhar” além do campo agrícola, elevando-o a um exercício existencial. Partindo da imagem de uma família que limpa espigas enquanto partilha confidências, o texto percorre a memória do viajante, o conselho dos avós e a ética do jornalismo. Debulhar, para o autor, é o ato paciente de remover o manto das aparências e das mentiras maliciosas para que a essência — o “amarelo-ouro” da verdade — possa finalmente respirar e se revelar.

Read More
Crônicas

Incertezas e descobertas

A crônica apresenta a dúvida como uma ferramenta vital de sobrevivência e evolução humana. Partindo do despertar infantil com o eterno “por quê”, o autor argumenta que questionar não é sinal de covardia, mas uma armadura contra aproveitadores e uma mola propulsora para a criatividade. O texto destaca que a capacidade de dizer “não sei” e de enfrentar a neblina do desconhecido é o que diferencia o líder do passivo, transformando a incerteza em um caminho para novas e necessárias descobertas.

Read More
Crônicas

Entre a comédia e a tragédia

A crônica investiga a tênue linha que separa o cômico do trágico, identificando o grotesco como o ponto de convergência onde o exagero anula as fronteiras entre o riso e o lamento. O texto reflete sobre como a sociedade contemporânea consome dramas alheios — de escândalos íntimos a tragédias sociais — muitas vezes perdendo a sensibilidade e a empatia. Ao final, somos lembrados de que a posição do espectador é o que define a natureza do ato, mas é a qualidade do nosso olhar que define a nossa própria humanidade.

Read More