Crônicas

Crônicas

Quando se faz poesia

A crônica “Quando se faz poesia” explora a dualidade da criação literária, distinguindo o mero esforço de escrita da autêntica vocação poética. O autor descreve o ato de inventar mundos, dores e amores como uma estratégia para esconder ou revelar sentimentos profundos. O poeta é apresentado como uma figura mística e visceral — uma fênix que queima por dentro — capaz de fabricar remédios para dores que o leitor sequer sabia possuir. No fim, a poesia surge como uma pílula concentrada de sentido que, ao ser ingerida pelo “paciente” (o leitor), espalha um alívio estranho e necessário pelo corpo.

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