Cinquentão ou cinquentinha
Quando abri a janela e, finalmente, pude olhar para a rua como um aposentado, me dei
Consulte mais informaçãoLiteratura para mudar o mundo
Quando abri a janela e, finalmente, pude olhar para a rua como um aposentado, me dei
Consulte mais informaçãoSe perguntar não ofende, por que há tanta timidez em se perguntar algo? A timidez é
Consulte mais informaçãoA procura para a fórmula do bem viver é uma constante. Vários livros, as consultas aos
Consulte mais informaçãoAfinal que loucura é essa que anda pelas mentes, essa vontade irresistível de mudanças? Como é
Consulte mais informaçãoEntrar em uma sala que você nunca viu, arriscar colocar uma cor na sua parede, tão
Consulte mais informaçãoFoi dito que a procura da verdade é a nossa libertação. A verdade pode estar em muitos
Consulte mais informaçãoO que você faz, enquanto eu penso em você? Você vai ao shopping e começa a
Consulte mais informaçãoJá perguntou o poeta Augusto dos Anjos, de onde vem a ideia. A mesma pergunta fazemos sobre
Consulte mais informaçãoA crónica aborda a escolha como um processo contínuo e irrecuperável. O autor explora como decidir implica renunciar e como as nossas ações se entrelaçam com as escolhas alheias, criando um “efeito borboleta”. Reflete sobre a memória como uma ferramenta de reconstrução do passado e conclui que escolher é o que nos define como humanos, numa analogia entre a astúcia do caçador e a vulnerabilidade da caça.
Consulte mais informaçãoNo fundo sempre esperamos um final feliz para qualquer história: seja do menino pobre que vence
Consulte mais informaçãoA crônica “Quando se faz poesia” explora a dualidade da criação literária, distinguindo o mero esforço de escrita da autêntica vocação poética. O autor descreve o ato de inventar mundos, dores e amores como uma estratégia para esconder ou revelar sentimentos profundos. O poeta é apresentado como uma figura mística e visceral — uma fênix que queima por dentro — capaz de fabricar remédios para dores que o leitor sequer sabia possuir. No fim, a poesia surge como uma pílula concentrada de sentido que, ao ser ingerida pelo “paciente” (o leitor), espalha um alívio estranho e necessário pelo corpo.
Consulte mais informaçãoMárcia, depois de pensar bastante, resolveu entrar em um site de relacionamentos. Quando abriu a tela
Consulte mais informação