Crônicas

Crônicas

Ser jovem, ser velho

A crónica analisa as dificuldades intrínsecas a cada fase da vida, argumentando que a imaturidade é um elo comum entre a juventude, que busca identidade, e a velhice, que lida com a nostalgia. O autor propõe que a verdadeira maturidade não depende apenas da idade, mas da inteligência em aceitar a realidade, equilibrando a coragem de avançar com a sobriedade da espera.

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O que você está pensando?

A crônica parte de uma frase escrita num muro — “O que você está pensando?” — para refletir sobre como as redes sociais, como o Facebook, nos pressionam a expor a nossa interioridade. O autor questiona o impacto dessa exposição constante, desde a manipulação comercial até à diferença entre a liberdade de pensamento na vida real e a curadoria de amizades no mundo virtual.

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Onde está a criação?

O texto desmistifica a ideia de que exista uma fórmula mágica ou técnica vendável para se tornar uma pessoa criativa. O autor defende que a verdadeira criação nasce do amor, do prazer e da dedicação incondicional àquello que se faz — seja no futebol, na medicina, na advocacia ou na construção civil. Quando a escolha profissional é movida apenas por dinheiro ou fama, o compromisso deixa di ser com a arte em si. A criatividade genuína não pertence necessariamente aos mais famosos, mas sim àqueles que acordam diariamente para fazer o que amam, que não desistem diante dos erros e que encontram satisfação em seu próprio ofício.

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