Crônicas

Crônicas

O que o poeta vê?

O texto explora a ontologia do fazer poético, definindo o poeta como um ser que habita o limiar entre a ficção e a realidade. Diferente do olhar comum, o poeta utiliza uma “luneta mágica” para enxergar significados ocultos e cores desconhecidas, desafiando a linguagem empobrecida do cotidiano. A obra destaca a natureza generosa e irônica do artista: ele possui visões únicas que tenta desesperadamente partilhar, mesmo sabendo que a tradução da “verdade enfeitiçada” para o mundo real será sempre uma luta inglória e parcialmente incompreendida.

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