Onde existe a vida?
Há uma cena em um dos primeiros filmes de O Planeta dos Macacos, aquele primeiro, em
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
Há uma cena em um dos primeiros filmes de O Planeta dos Macacos, aquele primeiro, em
Read MoreQuando o amor passa ao lado ele é um trocar de olhares, um laço de cabelo
Read MoreSe desenho tudo que eu imagino, desenho também em palavras, desenho curvas e retas, como se criasse
Read MoreDe repente, nosso olhar vaga pela balada, dança pelas ruas, em um ônibus, sentado em uma
Read MoreComo dói a dor de um jogador que se contorce, rolando pelo campo, depois de uma
Read MoreComeçou um novo ano que se repete há muitos anos, mas, não se engane, é a
Read MoreProcurar, durante o ano que passou, um personagem não é uma tarefa fácil. Têm-se para todos
Read MoreLas sorpresas que la vida trae pueden estar en las esquinas que doblamos sin darnos cuenta, alejados
Read MoreNunca pude imaginar que fosse um dia um caçador de estrelas. Não aquelas que vicejam nos
Read MoreNo me es posible pasar la noche sin ella, estoy seguro al decirlo. Cuando la oscuridad
Read MoreO texto explora a ontologia do fazer poético, definindo o poeta como um ser que habita o limiar entre a ficção e a realidade. Diferente do olhar comum, o poeta utiliza uma “luneta mágica” para enxergar significados ocultos e cores desconhecidas, desafiando a linguagem empobrecida do cotidiano. A obra destaca a natureza generosa e irônica do artista: ele possui visões únicas que tenta desesperadamente partilhar, mesmo sabendo que a tradução da “verdade enfeitiçada” para o mundo real será sempre uma luta inglória e parcialmente incompreendida.
Read More