Onde está Deus?
Esta crônica propõe uma inversão filosófica e racional sobre a busca pelo divino. Em vez de persistir na pretensiosa e impossível tarefa humana de decifrar os desígnios ou a localização de Deus, o autor defende que nossa verdadeira função é usar a ciência, a racionalidade e a reflexão para compreender o nosso próprio contexto. O texto é uma crítica contundente àqueles que instrumentalizam a fé para interesses egoístas e uma exaltação da razão como ferramenta ética. Defender Deus, portanto, significa desmascarar as armadilhas dos homens que usam Seu nome em vão, deixando o Absoluto sob os cuidados do próprio Absoluto.
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