The origin of learning
In our lives, we learn in different ways; through school, teachers, books and older people who
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
In our lives, we learn in different ways; through school, teachers, books and older people who
Read MoreTemos uma preocupação com o tempo, todo o tempo. Não estou falando desse tempo que mede
Read MoreSonreír es la mejor medicina. Y si es medicina, ¿cuál es la enfermedad que la sonrisa combate?
Read MoreLiberdade é uma palavra fácil na boca de muitos, desde tiranos a, realmente, libertários. Nos momentos de
Read MoreEn los debates, y poco se le da la gente, sean grupos ideológicos o países, la
Read MoreWhen people, countries and antagonistic groups are debating, they sometimes use arguments that don’t bother whether
Read MoreA crônica propõe uma abordagem irônica e crítica sobre os clichês do mundo corporativo e do desenvolvimento pessoal, especificamente os conceitos de “zona de conforto” e “pensar fora da caixa”. O autor desconstrói a narrativa dos gurus e coaches, contrastando o discurso motivacional com a realidade crua de trabalhadores que enfrentam a pressão por metas e a iminência do desemprego.
Com um tom cético e realista, o texto alerta para o perigo de abandonar a estabilidade profissional em nome de sonhos românticos, o que poderia resultar em um arrependimento tardio ao observar ex-colegas desfrutando de uma aposentadoria segura. O autor conclui que esses novos jargões são apenas velhas estratégias de manipulação usadas para manter indivíduos em estado de alerta e insegurança, defendendo que, em um mundo essencialmente aleatório, a verdadeira vitória pode ser, justamente, conseguir habitar uma caixinha segura e confortável até o fim dos dias.
Read MoreIncluso los significados más bellos y más estimulantes tienen sus momentos de desesperanza. Nada en el
Read MoreA crônica parte de um diálogo entre o autor e um pároco sobre o papel das imagens sacras, comparando-as a fotografias de antepassados que contam uma história. O cerne da narrativa, contudo, desloca-se da simbologia externa para a prática da oração. O autor questiona o hábito de pedir bens materiais, sugerindo que a prece “correta” deve ser direcionada ao interior, buscando paz, sabedoria e coragem para enfrentar a vida. Ao debulhar a diferença entre coincidências e milagres, o texto conclui que a fé atua mais como um conforto e guia espiritual do que como uma ferramenta de obtenção de favores, privilegiando a constância da prece como um caminho de fortalecimento pessoal.
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