De quem é o mundo?
Quando chegamos à vida, encontramos um mundo pronto para ser refeito, reconstruído ou, simplesmente, é o
Consulte mais informaçãoLiteratura para mudar o mundo
Quando chegamos à vida, encontramos um mundo pronto para ser refeito, reconstruído ou, simplesmente, é o
Consulte mais informaçãoAlgumas vezes me deparo com algum artigo ou mesmo em alguns livros de autoajuda sobre fazer
Consulte mais informaçãoMuitas desculpas são arrumadas para se contrapor a uma ideia. Há dois mil anos um homem,
Consulte mais informaçãoPensar mil vezes e agir uma vez só. Uma estratégia muitas vezes ensinada e poucas vezes
Consulte mais informaçãoNunca me canso de falar sobre o belo. Não porque vejo a beleza como um objeto
Consulte mais informaçãoAté quando um indivíduo, um grupo social, uma nação, enfim, são capazes de suportar os seus
Consulte mais informaçãoO texto desconstrói a visão simplista de que a vida se divide apenas entre o bom e o mal, introduzindo a difícil escolha entre o ruim e o muito ruim. O autor reflete sobre como grupos justificam ideias segregacionistas com “bons motivos” subjetivos e alerta para o perigo de discussões que extrapolam o bom senso, mergulhando em um submundo da consciência — a “Deepweb mental” — onde a humanidade é abandonada em favor de argumentos inumanos e abismais.
Consulte mais informaçãoO texto desconstrói a visão romantizada do “propósito de vida”, revelando como as condições materiais ditam a capacidade de sonhar. O autor questiona as narrativas que usam a fé para validar o sofrimento e critica os que, ao alcançarem o sucesso, esquecem suas raízes. A crônica conclui que o verdadeiro significado da vida não é apenas a conquista individual, mas o compromisso inegociável de lutar pelo outro e romper as cadeias da desigualdade.
Consulte mais informaçãoConta uma história que um suicida chegou ao céu e, rapidamente, procurou o Senhor para interpelá-Lo
Consulte mais informaçãoO texto questiona a eficácia e as intenções por trás do “fazer o bem”. O autor contrasta a teoria religiosa com a prática cotidiana, sugerindo que muitas ações de caridade funcionam como uma “barganha espiritual” ou uma forma de manter a desigualdade para que a figura do “bondoso” possa existir. A crônica defende que, em vez de celebrarmos a caridade, deveríamos lutar por bases sociais sólidas que tornassem a caridade desnecessária, transformando o bem em apenas uma forma cortês e urbana de convivência.
Consulte mais informaçãoCarma, em síntese, seria uma ação boa ou má que de alguma maneira vai postergar ou aproximar
Consulte mais informaçãoO texto reflete sobre a nossa eterna disputa com o tempo e a pressão moderna (muitas vezes imposta por “gurus”) pela produtividade excessiva. O autor questiona o paradoxo de trabalhar tanto a ponto de não ter tempo para desfrutar a vida ou planejar como ganhar dinheiro de forma inteligente. A conclusão central é que a verdadeira vida acontece no presente; focar apenas no futuro gera arrependimento pelo tempo perdido, pois o que realmente importa é saborear o agora e entender que nós é que passamos pelo tempo, e não o contrário.
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