El amor sana
La gente dijo que el amor sana. La enfermedad que él sana, sin embargo, es creada
Consulte mais informaçãoLiteratura para mudar o mundo
La gente dijo que el amor sana. La enfermedad que él sana, sin embargo, es creada
Consulte mais informaçãoQuando a noite é chegada, e as suas sombras me envolvem como uma mãe preocupada, eu
Consulte mais informaçãoO texto reflete sobre a onipotência da frase, capaz de carregar emoções, iluminar pensamentos ou causar o desmoronamento de quem a profere sem cautela. O autor percorre a origem do “verbo”, a influência de grandes poetas e o perigo das palavras ditas sem pensar, destacando que a frase é um organismo vivo que comporta do pecado à elegância. Conclui-se que para escritores e poetas, a frase não é apenas técnica, mas uma bússola que os guia pela fantasia e pelo argumento.
Consulte mais informaçãoA suave brisa que passa, deixando um perfume tão levemente enlouquecido, anuncia a sua presença na
Consulte mais informaçãoSer grato a alguém ou a algum fato que acontece em nossas vidas deveria ser algo bem
Consulte mais informaçãoPerder alguma coisa é não achá-la em lugar nenhum. É perder, dar três pulinhos e apelar
Consulte mais informaçãoA crônica explora a metáfora popular do travesseiro como o “melhor conselheiro”. Através do personagem João, o texto desmistifica essa ideia ao mostrar que o objeto, seja de plumas ou duro, apenas testemunha as reviravoltas mentais de quem não consegue dormir. Entre estratégias amorosas e descobertas sobre o passado da amada, João percebe que o melhor conselho do travesseiro pode ser, simplesmente, uma boa noite de sono — ou um convite para compartilhá-lo.
Consulte mais informaçãoEsta crônica explora a dualidade da paixão como uma força simultaneamente criadora e destrutiva, um estado de “loucura temporária” que nos despoja da responsabilidade convencional para nos devolver a vitalidade. O autor reflete sobre como a entrega apaixonada — seja por uma causa ou por alguém — exige a queda de todas as defesas, tornando o indivíduo frágil, porém capaz de realizações extraordinárias. Ao analisar a manipulação das massas e o desejo de redescoberta na maturidade, o texto revela que a paixão é o motor que prova que estamos vivos; um sopro que infla velas desconhecidas e nos permite navegar pelo inusitado, equilibrando-se sempre entre a esperança e o risco da finitude.
Consulte mais informaçãoViver é a arte de engolir sapos: alguns grandes, pequenos, médios, mas, de todo modo, intragáveis.
Consulte mais informaçãoO texto aborda a angústia do “mesmismo” cotidiano, onde a vida se torna um procedimento burocrático e o tempo parece acelerar devido à repetição exaustiva de horários e normas. O autor contrasta essa monotonia com a “emoção da primeira vez”, presente em momentos marcantes da juventude, e questiona se o consumo é a única forma de preencher o vazio existencial. A crônica propõe que a plenitude não vem de fórmulas milagrosas, mas de “pequenas loucuras” e decisões simples: mudar o caminho de volta para casa, observar rostos desconhecidos ou permitir-se um hobby inesperado. Ao despertar, temos a oportunidade única de recomeçar. No final, são esses pequenos desejos e descobertas que transformam um dia comum em uma história que vale a pena contar, devolvendo a alegria ao rosto cansado.
Consulte mais informaçãoVolta e meia a mídia noticia a separação de um famoso ou famosa. Todos sabem que
Consulte mais informaçãoO que eu farei se somente restar uma foto? Um pouco amarelada nas bordas, como um
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