Gratidão
Ser grato a alguém ou a algum fato que acontece em nossas vidas deveria ser algo bem
Consulte mais informaçãoLiteratura para mudar o mundo
Ser grato a alguém ou a algum fato que acontece em nossas vidas deveria ser algo bem
Consulte mais informaçãoPerder alguma coisa é não achá-la em lugar nenhum. É perder, dar três pulinhos e apelar
Consulte mais informaçãoA crônica explora a metáfora popular do travesseiro como o “melhor conselheiro”. Através do personagem João, o texto desmistifica essa ideia ao mostrar que o objeto, seja de plumas ou duro, apenas testemunha as reviravoltas mentais de quem não consegue dormir. Entre estratégias amorosas e descobertas sobre o passado da amada, João percebe que o melhor conselho do travesseiro pode ser, simplesmente, uma boa noite de sono — ou um convite para compartilhá-lo.
Consulte mais informaçãoEsta crônica explora a dualidade da paixão como uma força simultaneamente criadora e destrutiva, um estado de “loucura temporária” que nos despoja da responsabilidade convencional para nos devolver a vitalidade. O autor reflete sobre como a entrega apaixonada — seja por uma causa ou por alguém — exige a queda de todas as defesas, tornando o indivíduo frágil, porém capaz de realizações extraordinárias. Ao analisar a manipulação das massas e o desejo de redescoberta na maturidade, o texto revela que a paixão é o motor que prova que estamos vivos; um sopro que infla velas desconhecidas e nos permite navegar pelo inusitado, equilibrando-se sempre entre a esperança e o risco da finitude.
Consulte mais informaçãoViver é a arte de engolir sapos: alguns grandes, pequenos, médios, mas, de todo modo, intragáveis.
Consulte mais informaçãoO texto aborda a angústia do “mesmismo” cotidiano, onde a vida se torna um procedimento burocrático e o tempo parece acelerar devido à repetição exaustiva de horários e normas. O autor contrasta essa monotonia com a “emoção da primeira vez”, presente em momentos marcantes da juventude, e questiona se o consumo é a única forma de preencher o vazio existencial. A crônica propõe que a plenitude não vem de fórmulas milagrosas, mas de “pequenas loucuras” e decisões simples: mudar o caminho de volta para casa, observar rostos desconhecidos ou permitir-se um hobby inesperado. Ao despertar, temos a oportunidade única de recomeçar. No final, são esses pequenos desejos e descobertas que transformam um dia comum em uma história que vale a pena contar, devolvendo a alegria ao rosto cansado.
Consulte mais informaçãoVolta e meia a mídia noticia a separação de um famoso ou famosa. Todos sabem que
Consulte mais informaçãoO que eu farei se somente restar uma foto? Um pouco amarelada nas bordas, como um
Consulte mais informaçãoA VIDA DE ROBERT OWEN (1771-1858) Por que decidi traduzir o livro sobre a vida de Robert Owen? Primeiramente, traduzir
Consulte mais informaçãoA primeira palavra mágica que eu aprendi na vida foi o Não. Ela sempre foi a
Consulte mais informaçãoOs animais, para nós, humanos, representam uma virtude ou um defeito de nós mesmos: a astúcia
Consulte mais informaçãoO texto propõe uma reflexão profunda sobre o conceito do que realmente nos define como seres humanos. O autor contrapõe o reino animal à sociedade humana, apontando que, enquanto a predação animal responde à sobrevivência, o ser humano desenvolveu formas perversas de agressividade, competição e desumanidade.
O ponto central da tese é que a verdadeira essência da nossa humanidade não reside nas certezas absolutas — frequentemente instrumentalizadas por falsos profetas ou pelo egoísmo —, mas sim na dúvida e na consciência da nossa finitude. Situados entre a razão da ciência e o mistério da fé, é o questionamento constante que serve de freio para a nossa violência e nos mantém abertos à esperança de um mundo mais empático.
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