Minha rua
Minha rua é como um rio que vai carregando memórias, eternamente. Quando chego à janela e
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
Custei a me decidir qual seria o personagem mais representativo do ano de 2018. E ele
Read MoreAssim como a imaginação, os amores surgem de repente, aparecem em nossa memória, teimam em nos
Read MoreMenção honrosa IX Concurso Literário Pérolas da Literatura Certa vez, João, um agricultor que morava em
Read MorePrimeiro prêmio em Contos XXIX Concurso Paulo Leminski 2018 Ainda me lembro da fumaça enrolando da ponta do
Read MoreDe pão vive o homem para buscar a alimentação do corpo. Mas, não só de pão
Read MoreProvérbios estão na origem da sabedoria popular. É através de provérbios, através dos tempos, que lições
Read MorePor trás de um buquê de flores, nem tudo é perfeito. Poderá existir boas intenções, ou
Read MoreA crónica analisa as dificuldades intrínsecas a cada fase da vida, argumentando que a imaturidade é um elo comum entre a juventude, que busca identidade, e a velhice, que lida com a nostalgia. O autor propõe que a verdadeira maturidade não depende apenas da idade, mas da inteligência em aceitar a realidade, equilibrando a coragem de avançar com a sobriedade da espera.
Read MoreSentir-se bem é estar em pleno gozo de suas faculdades. É compreender, mesmo que não se
Read MoreO documentário Human, que está disponível no Youtube, eu já assisti algumas vezes e não me
Read MoreA crônica parte de uma frase escrita num muro — “O que você está pensando?” — para refletir sobre como as redes sociais, como o Facebook, nos pressionam a expor a nossa interioridade. O autor questiona o impacto dessa exposição constante, desde a manipulação comercial até à diferença entre a liberdade de pensamento na vida real e a curadoria de amizades no mundo virtual.
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