E se não houvesse o amor?
Poderíamos imaginar a vida sem amor? Suponhamos que esse sentimento não existisse e não ocorresse a
Read MoreLiteratura para mudar o mundo
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Read More¿Qué sueña la violeta? Ese pensamiento me pasó por la mente cuando veía desde mí ventana
Read MoreWhat’s the sensation of seeing an arrow coming towards you, launched by someone who decides to
Read MoreHá dois sentidos para o medíocre: o dicionarizado que significa aquele mediano, que está sempre no
Read MoreNadie aprende a bailar si pasa el tiempo delante del espejo repitiendo los mismos pasos errados,
Read MoreWhen I was attending my university, a professor told us that he wouldn’t know if, at
Read MoreO que guardamos das nossas lembranças? Algumas vezes alguém nos alerta sobre um determinado acontecimento no
Read MoreSi pensamos bien, ¡Cuánto nos desencantamos si nos transformamos en lo que no desearíamos ser! Cuántas
Read MoreA crônica propõe uma profunda meditação sobre a dualidade entre a luz e a escuridão, desconstruindo a visão puramente negativa do escuro. O autor argumenta que, assim como a ausência de luz cega, o seu excesso também ofusca e prejudica a clareza das ideias. Através de metáforas que vão desde os perigos da neve clara e a quietude do romantismo até o mito da Caverna de Platão, o texto defende que não há uma luta real entre o dia e a noite, mas sim uma necessidade vital de alternância. Afinal, a luz desperta para o trabalho e o conhecimento, enquanto a escuridão acolhe o cansaço, acalma as agruras diárias e abre espaço para o sonho, a memória e o diálogo íntimo com Deus no breu da consciência.
Read MoreAlgumas vezes fico pensando sobre a solidão e imagino que nós somos solitários todo o tempo.
Read MoreNão sei se o título está adequado. Gostaria de escrever sobre esse sentimento de se considerar viver
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