Sobre a luz e a escuridão
A crônica propõe uma profunda meditação sobre a dualidade entre a luz e a escuridão, desconstruindo a visão puramente negativa do escuro. O autor argumenta que, assim como a ausência de luz cega, o seu excesso também ofusca e prejudica a clareza das ideias. Através de metáforas que vão desde os perigos da neve clara e a quietude do romantismo até o mito da Caverna de Platão, o texto defende que não há uma luta real entre o dia e a noite, mas sim uma necessidade vital de alternância. Afinal, a luz desperta para o trabalho e o conhecimento, enquanto a escuridão acolhe o cansaço, acalma as agruras diárias e abre espaço para o sonho, a memória e o diálogo íntimo com Deus no breu da consciência.
Read More