Buscando a melhor versão
O texto reflete sobre a perda da espontaneidade em um mundo dominado por filtros que criam “versões melhoradas”, porém falsas, de nós mesmos. O autor observa como a estética hoje busca padronizar sorrisos e aparências, contrastando com o passado, onde as imperfeições dos artistas revelavam sua humanidade. Desde o surgimento da televisão, a beleza foi priorizada em detrimento do talento, mas atualmente essa cobrança migrou para a pessoa comum, que se tornou um produto em busca de likes e visualizações. Citando o “Elogio da Loucura” de Erasmo de Roterdã, a crônica alerta para a insanidade de tentar manter uma juventude eterna ditada por algoritmos. A conclusão é um convite à gentileza consigo mesmo: libertar-se da necessidade de ser “consumível” e aceitar as imperfeições é a única forma de manter a saúde mental e viver com leveza.
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