Quarentena e abstinência – a alquimista
A minha abstinente continua ativa. Parece que esqueceu os doces, inexistentes na casa, e até as palavras
Consulte mais informaçãoLiteratura para mudar o mundo
A minha abstinente continua ativa. Parece que esqueceu os doces, inexistentes na casa, e até as palavras
Consulte mais informaçãoA palavra quarentena, hoje, domina todo o cenário mundial. As pessoas estão antenadas, linkadas no termo e,
Consulte mais informaçãoAs ruas estão desertas. No meio do dia, ouço o sem-teto conhecido do bairro gritando pelas ruas:
Consulte mais informaçãoEncostado em um poste, um homem, ainda jovem, com uma camisa de futebol como vestimenta, distribuía papéis
Consulte mais informaçãoQuando sentimos a aproximação de algo vindo em nossa direção, quando somos atraídos por um som diferente daquele
Consulte mais informaçãoEntão eu decido tocar a campainha do ônibus e descer no meio do caminho, deixando as
Consulte mais informaçãoO texto reflete sobre a força da resiliência humana e da criatividade, comparando-as com a capacidade da natureza de brotar mesmo em ambientes inóspitos, como o concreto das cidades. O autor aponta que o maior patrimônio da humanidade é o próprio ser humano e critica o descaso dos poderosos com a cultura popular, com a educação das classes menos favorecidas e com as vidas marginalizadas. Defende-se que o talento e a genialidade brotam independentemente de berço social e que a criatividade popular e a ciência reprimida acabam por ser uma forma de resistência e de resposta aos preconceitos e desigualdades do mundo moderno.
Consulte mais informaçãoQuando o amor passa ao lado ele é um trocar de olhares, um laço de cabelo
Consulte mais informaçãoSe desenho tudo que eu imagino, desenho também em palavras, desenho curvas e retas, como se criasse
Consulte mais informaçãoO texto descreve com tom poético a dinâmica envolvente e magnética do troco de olhares em ambientes cotidianos, como bares, ônibus e ruas. Explora a alternância de papéis na sedução, onde ora nos descobrimos capturados pelo olhar alheio como uma mariposa na teia, ora assumimos a posição de perseguidores. O autor analisa desde a timidez e o rubor de um olhar curioso até o desafio intenso do olho no olho, no qual o mundo ao redor se silencia para dar lugar ao mistério, ao desejo e à promessa de um encontro prestes a acontecer.
Consulte mais informaçãoComo dói a dor de um jogador que se contorce, rolando pelo campo, depois de uma
Consulte mais informaçãoComeçou um novo ano que se repete há muitos anos, mas, não se engane, é a
Consulte mais informação