Autor: Nilson Lattari

Crônicas

Amor e julgamento

A crônica questiona a possibilidade de um julgamento justo sem a presença da compaixão. O autor argumenta que a frieza matemática do raciocínio é uma utopia desumanizadora e que o verdadeiro ato de julgar exige uma dose de amor e empatia. Ao diferenciar justiça de vingança, o texto propõe que o amor, em síntese, é a tentativa de compreender os motivos do outro sem abrir mão da autopreservação. O desfecho exalta o amor-próprio como a forma final de justiça: o silêncio e a liberdade de seguir em frente após a injúria.

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