God loves atheists
If we are God’s children, then I’m sure that atheists are as well. We don’t know
Consulte mais informaçãoLiteratura para mudar o mundo
If we are God’s children, then I’m sure that atheists are as well. We don’t know
Consulte mais informaçãoNossa vida segue seu curso e deixamos para trás coisas que nos envergonham e outras não.
Consulte mais informaçãoCuando las caravanas viajan por las arenas del desierto, sus sombras estiradas en el piso
Consulte mais informaçãoVocê se imagina uma pessoa egoísta? É claro que um defeito, um atributo tão nefasto
Consulte mais informaçãoIn life, we often search for answers about our future. We look for premonitions and try
Consulte mais informaçãoVocê recebe um corpo e procura um mestre para aperfeiçoá-lo. E se ter o
Consulte mais informaçãoDe repente, estamos solos, pensando en nuestros adentros y la imaginación nos lleva más allá de
Consulte mais informaçãoA crônica apresenta a dúvida como uma ferramenta vital de sobrevivência e evolução humana. Partindo do despertar infantil com o eterno “por quê”, o autor argumenta que questionar não é sinal de covardia, mas uma armadura contra aproveitadores e uma mola propulsora para a criatividade. O texto destaca que a capacidade de dizer “não sei” e de enfrentar a neblina do desconhecido é o que diferencia o líder do passivo, transformando a incerteza em um caminho para novas e necessárias descobertas.
Consulte mais informação¿El perdón y el mal son totalmente incompatibles? ¿Si alguien nos desea el mal, es posible
Consulte mais informaçãoCould forgiveness and evil come together? If people want bad things to happen to others,
Consulte mais informaçãoA crônica investiga a tênue linha que separa o cômico do trágico, identificando o grotesco como o ponto de convergência onde o exagero anula as fronteiras entre o riso e o lamento. O texto reflete sobre como a sociedade contemporânea consome dramas alheios — de escândalos íntimos a tragédias sociais — muitas vezes perdendo a sensibilidade e a empatia. Ao final, somos lembrados de que a posição do espectador é o que define a natureza do ato, mas é a qualidade do nosso olhar que define a nossa própria humanidade.
Consulte mais informaçãoNesta crônica provocativa, o autor examina a transformação do conceito de humildade na era das redes sociais. Se antes a humildade era vista como uma virtude paciente grounded no saber e na observação, hoje ela foi sufocada pela busca desenfreada por likes e validação instantânea. O texto denuncia como a falsa humildade é frequentemente usada como máscara para a ironia, a inveja ou a manipulação, enquanto a arrogância dos falastrões e a validação da ignorância dominam o espaço virtual. No fim, contrapõe-se o peso de buscar a verdade à facilidade de recorrer a aplausos superficiais.
Consulte mais informação