Para quem eu escrevo?
O texto explora a inquietude do autor diante da pergunta “Para quem escrevo?”. Através de memórias da infância e metáforas sobre ilhas desertas e arquivos celestes, o autor descreve a escrita como uma pulsão interna, uma necessidade de traduzir o interior em palavras. Ele revela que todo escritor nasce de um leitor voraz e que, no fim, o ato de escrever é uma conversa profunda consigo mesmo, mantendo sempre a esperança silenciosa de que, algum dia, em algum lugar do universo, outra alma encontrará seus fragmentos de memória.
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