Vida de maluco
O autor rememora figuras icônicas de sua juventude, como Onestaldo (Nescau), que uivava “Babalu” no Morro da Coroa, o enigmático Aranha e o lendário Profeta Gentileza. A crônica reflete sobre como esses “malucos de bairro”, outrora usados como espantalhos infantis, tornaram-se símbolos de uma autenticidade perdida. Ao final, traça um paralelo crítico entre a loucura genuína desses personagens solitários e as “bizarrices fabricadas” pela televisão moderna em busca de cliques e audiência.
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